Que festa é legal todo mundo sabe, mas não tem sido fácil organizá-las. Um dos maiores problemas que os CAs enfrentam hoje é a Resolução de Festas (nº 26/2008), que limita as possibilidades de realizar qualquer evento no espaço da UFES.
A Resolução exige, dependendo do porte do evento, plano de segurança aprovado pelo Departamento de Serviços Gerais, contratação de paramédicos e ambulância, instalação de banheiros químicos, aprovação do Corpo de Bombeiros, entre outros. Sabemos que isso é inviável para o Movimento Estudantil e não é disponibilizado nem pela própria Ufes. Em caso de descumprimento da resolução, cabe advertência aos organizadores, processos administrativos e até o jubilamento (leia: expulsão) dos responsáveis.
A Resolução exige, dependendo do porte do evento, plano de segurança aprovado pelo Departamento de Serviços Gerais, contratação de paramédicos e ambulância, instalação de banheiros químicos, aprovação do Corpo de Bombeiros, entre outros. Sabemos que isso é inviável para o Movimento Estudantil e não é disponibilizado nem pela própria Ufes. Em caso de descumprimento da resolução, cabe advertência aos organizadores, processos administrativos e até o jubilamento (leia: expulsão) dos responsáveis.
Temos consciência que a festa em si é um modo importantíssimo de convívio e interação estudantil, além de ser uma das principais fontes de financiamento do Movimento Estudantil. Nós, da chapa O Cacos Não Para!, acreditamos que a vivência deve ser uma das protagonistas na formação cultural do estudante e que o convívio social é parte fundamental na construção pessoal de cada um.
Porém, não podemos cair em uma armadilha: em espaços de representação estudantil (como o nosso CA), fazer apenas festas, ou, pior, festas que não dialoguem com diferentes modos de representações culturais e sociais.
Acreditamos – e isso já foi explicitado no debate entre as chapas – que o Cacos não pode virar uma empresa de eventos. As festas devem fazer parte de uma construção cultural – e, por que não, política. Assim, elas devem proporcionar ao estudante novas possibilidades nestes âmbitos, o que quer dizer que, além das festas, os debates, as discussões e outros modos de desenvolver o senso crítico do futuro comunicólogo devem ser amplamente favorecidos na próxima gestão do Cacos.
O Erecom Vitória é uma ótima oportunidade de festas culturais com integração e discussões políticas, além de contribuir para desenvolver, num aspecto mais amplo, a noção que temos de Comunicação. Pensar num evento voltado para apenas a integração interna do curso também é bastante importante. O Churrascom vem sendo criticado por já não ser possível conhecer outros períodos do curso. Juntos, nós podemos montar um projeto de festa que seja mais focado no curso e que possa co-existir ao Churrascom. Por que não?
Esses são apenas alguns exemplos de festas/eventos que fogem da lógica 'festa por festa' e realmente primam pela integração.
Se você acredita que as festas podem integrar o curso de maneira mais completa e que, além de festas, há muito o que se fazer em nosso CA, vem com a gente nessa kombi! O Cacos Não Para!